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Vacinas necessárias para toda a família

09/01/2016

A vacinação é a maneira mais eficaz de prevenir doenças, pois protege crianças, adultos e idosos contra diversas patologias causadas por vírus e bactérias, sendo imprescindível para a manutenção de uma vida saudável.

A vacina inibe o desenvolvimento da doença, pois forma anticorpos contra ela. Em muitos casos, é a única maneira de se proteger contra doenças que nem sempre têm cura.

Calendários de vacinação

Há quatro calendários de vacinação, voltados para públicos específicos definidos pelo Ministério da Saúde. São eles os calendários de vacinação da criança, do adolescente, do adulto e idoso, e da população indígena. Neles constam as vacinas periódicas que são necessárias para a formação ou manutenção da idade em cada fase da vida.

No entanto, é preciso lembrar que há campanhas de vacinação sazonais, como a da gripe e da poliomielite, às quais também é preciso estar atento. A pessoa só estará de fato imunizada ao receber todas as doses, de todas as vacinas necessárias, no tempo certo.

Apesar de não haver um calendário específico de vacinação para a mulher, o público feminino tem uma atenção especial, principalmente as gestantes. Mulheres de 12 a 49 anos que não receberam a tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) na infância devem ser imunizadas antes de se tornarem gestantes, para evitar a transmissão da rubéola para o bebê. A tríplice acelular bacteriana (coqueluche, difteria e tétano) e a vacina contra a hepatite B também devem ser administradas para que o recém-nascido não corra o risco de sofrer com doenças como o tétano neonatal e hepatite B.

Vacinação infantil

A vacina contra a hepatite B e a BCG são as primeiras vacinas que o bebê recebe ao nascer. Do segundo até o sexto mês, a administração das doses das vacinas é mensal, pois o sistema imunológico da criança está em formação e precisa ser reforçado para gerar anticorpos contra doenças como poliomielite, tétano, pneumonia, meningite, entre outras.

A partir dos nove meses as crianças têm de ser vacinadas a cada três meses. O ciclo se encerra quando completa um ano e três meses. Depois disso, a próxima vacina deve ser dada aos quatro anos. Sem esquecer que crianças menores de cinco anos têm de ser imunizadas anualmente contra a poliomielite nas campanhas de vacinação, e contra a gripe.

Vacinação do adolescente

O fortalecimento do sistema imunológico por intermédio da vacinação é uma ação de proteção à saúde que deve durar uma vida inteira. Ou seja, a vacinação deve continuar na adolescência, ter sequência na vida adulta e continuar durante o envelhecimento.

Muitas vezes o esquema vacinal é descontinuado depois da infância pela falta de conhecimento de que algumas vacinas necessitam de doses de reforço, outras são próprias para a adolescência e que novas vacinas são disponibilizadas para a imunização de doenças que antes não se podia prevenir, como é o caso da vacina contra o HPV. A vacinação na adolescência depende de informação e da iniciativa dos familiares ou responsáveis.

Vacinação do adulto

Na maioria dos casos, os próprios adultos desconhecem as vacinas importantes entre os 20 e 59 anos.

Na fase adulta, parte das vacinas recebidas na infância devem ser repetidas. Vacinas contra a hepatite B, dupla bacteriana (difteria e tétano), tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), febre amarela, influenza (gripe), meningite e pneumoccoco são especificamente voltadas para adultos e devem ser ministradas de acordo com o que preconiza o Ministério da Saúde. Há também a vacina contra o Herpes Zoster.

Vacinação do idoso

Seguido à risca na infância, negligenciado na adolescência e na vida adulta, o calendário de vacinação volta a ter importância após os 60 anos, principalmente porque, junto com a idade avançada, surgem doenças que acendem o sinal de alerta para a necessidade de cuidar da própria saúde.

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