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Orelha de Abano

07/05/2018

Muitos bebês nascem com deformidades nas orelhas (de 15 a 29% de todos os recém nascidos);
A grande maioria não melhora espontaneamente (mais de 70%) e pode até piorar com o passar do tempo;
Ninguém pode prever qual irá melhorar ou qual vai piorar;
Crianças com deformidades das orelhas geralmente sofrem provocações, insultos e bullying.

Você sabia que as deformidades das orelhas podem impactar negativamente o desenvolvimento físico e emocional da criança? Dados estatísticos mostram que deformidades da orelha podem ocorrer a uma taxa de entre 20% e 30% de todos os nascimentos! É muito, não acha?

A  clínica Tio Cecim está oferecendo um novo tratamento para bebês com deformidades de orelha, chamado MOLDAGEM. A moldagem é capaz de corrigir alterações em bebês recém-nascidos em consultório, sem cirurgia, sem anestesia, sem dor e com bastante eficiência, podendo evitar uma cirurgia para correção da orelha no futuro.

Ela consiste em um sistema de moldes específicos, que não agridem a pele do bebê e que foi projetado para ser altamente eficaz em crianças com menos de três semanas de idade.

Nessa idade, a cartilagem auricular é extremamente maleável,  devido aos altos níveis circulantes de homônio materno que facilitam a moldagem da orelha.

Esse molde está indicado em várias alterações como orelha em abano, orelha em cálice, orelha ptosada, orelha pontiaguda. Contudo, não está indicado para casos de agenesia de pavilhão auricular, onde há apenas apêndices auriculares. Estes não são moldáveis.

Alguns estudos já comprovaram que apenas 30% das deformidades de pavilhão auricular irão regredir com o tempo. E não há como prever quais Aquelas decorrentes do trauma do parto costumam regridir nas primeiras 72 horas de vida. De modo que a conversa com os pais sobre a possibilidade de moldagem e encaminhamento para avaliação por um profissional apto a realizá-la deve preferencialmente o quanto antes, de preferência antes da alta da maternidade.

Os estudos têm mostrado que deformidades da orelha podem impactar negativamente o desenvolvimento físico e emocional da criança. Crianças com anormalidades faciais – particularmente deformidades da (orelha em abano, orelha em taça, orelha pontiaguda,etc)  – podem ser expostas ao ridículo, sofrerem bullying ou outros tipos de abuso. Como resultado, elas muitas vezes apresentam baixa auto-estima, ansiedade, isolamento social e instabilidade emocional.

Não há motivos para apenas esperar e torcer que a orelha do seu filho melhore por si só ou até que ele possa ser submetido a uma cirurgia (que só é possível aos 6 ou 7 anos de idade). Procure uma avaliação médica com profissional habilitado e esclareça suas dúvidas.

Dra Ana Amelia Torres CRM/SC 11483 RQE 9708

Otorrinolaringologia

Maiores Informações (48) 3211-5582 ou 99656-2840

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